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segunda-feira, dezembro 10, 2007

que fazer quado as noites são este pesadelo?!

Não é que os insucessos se somem e me impeçam de ser feliz. Feliz sou eu sempre, ou não fosse faustoso este estado de permanente paixão!
Contudo há umas noitinhas em que a coisa corre menos bem, pelo que esta ausência de compreensão dos homens deve ser um problema que morrerá comigo. Ou… antes morresse, que era sinal que as outras mulheres minhas iguais não o viveriam.
Não, isto não é angústia. É resignação.
Só que de resignação em resignação há uma pergunta que me apoquenta e me amarga os dias. Ou melhor… as noites, pois é no escuro que a coisa mais se complica.
Será que os homens têm todos este problema?
Qual?
É que ressonam que nem uns porcos, normalmente de forma proporcional ao tamanho das suas partes mais interessantes!

quinta-feira, abril 26, 2007

... agora são os gatos!!!


Tenho um quintal e albergo por lá uma gata desde há uns tempos. Uma fêmea que me dá cuidados como se fosse minha filha. Quer dizer, não é a mesma coisa… mas por causa da prole que possa aparecer, enfio-lhe uma pílula no bucho de quinze em quinze dias e a pobre bichana anda ali como se estivesse no paraíso.
Entretanto apareceu um gato. Preto. Escanzelado. Dei-lhe comida e ele cresceu a olhos vistos. Nem se dão mal…. Ele às vezes quer trepar-lhe p'ra cima mas ela, coitadinha, o que quer é sopas e descanso e troca-lhe as voltas.
Porque é que estou a contar isto?
Porque ando com uma coisa aqui atravessada! É que …. descobri que também não compreendo os gatos!!!
Será que ando a ficar com problemas psiquiátricos?
O gato preto deve ter pensado que era da casa, porque agora sempre que algum outro ronda o quintal há luta brava. Enrolam-se um no outro, o preto e o amarelo ou o preto e o pardo, porque o de cá marcou o território dele e não deixa nenhum dos outros entrar.
Pois querem saber o que faz o amarelo ou o pardo quando o preto se ausenta?
Entram cá dentro (à vez, está claro) e mijam em tudo o que é sítio: na porta de entrada da casa, nos canteiros das flores, no portão da garagem, nos postes, em cima da salsa, no muro, nas cadeiras...
Alguém pode esclarecer-me... já que gatos destes não têm sido a minha especialidade: isto é normal?

terça-feira, abril 10, 2007

Coisas que acontecem...


Sinto-me um pouco estonteada, a visão está turva e dóem-me as articulações.
Acho que não me estou a sentir nada bem...
... terei abusado da carne?
... terá sido castigo?
Provavelmente vou ficar de quarentena!

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

será que eles fingem?


Era a propósito desta antiguidade.
Estava eu a pensar, olhando para o casal nas suas intimidades de alcova, que naquele tempo, ainda a gordura era formosura, era preciso que os rapazes fossem bem estruturados ou então a zona do tendão de Aquiles era muito maltratada.
Vai daí os meus pensamentos deram um nó.
Porquê?
É que imaginei o desgraçado a gemer que nem um perdido com uma tendinite localizada ali na região do calcanhar, ou mesmo com uma ruptura dos gémeos, que apesar de robustos, estão ali bem duros na sustentação do peso da moça.
E não é que se me pôs uma dúvida malvada!
Será que quando os homens gemem que nem uns perdidos estão a fingir orgasmos?
Por favor, venham esclarecer-me ou ainda acabo transformada numa céptica: é que esta questão é de fundamental interesse para a minha compreensão dos homens!

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Provérbios e conotações


Enquanto o pau vai e vem... folgam as costas.


Pelo menos é o que se diz! Mas é daqueles provérbios que puxam para a risada.
... ou não?
É que o Júlio Machado Vaz, esta semana ria que nem um doido com aquela menina que contracena com ele na antena 1 ... ela disse que as costas folgavam ou algo parecido e ele, zás... mandou-lhe com o pau!

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

ele é pelo sim ó não...

Com nove semanas e meia podemos dizer que esta menina é um "imbrião" ou outra coisa mais engenhosa?
É melhor tirarem aqui as vossas dúvidas...
Ele é pelo sim ó não e, dadas as circunstâncias, eu compreendo-o...
Eu, não sendo homem, vou pelo sim ó sim, que estas meninas não são propriamente a minha maior atracção!

domingo, janeiro 28, 2007

Como é que eu posso compreender os homens?!


Estava eu a começar a abrir os olhos... ainda na cama, que é o lugar onde costumam surgir as reflexões mais profundas, e ouço aquela afirmação lapidar: "foi um jogo muito viril".
Ele referia-se à encenação ontem ocorrida no Restelo, onde o SLB meteu dois na baliza do CFB, que por sua vez só conseguiu meter um no lado contrário.
Ele era o responsável pelos vitoriosos, mas até me confundiu um pouco porque elogiava o bom desempenho dos derrotados. Até aí tudo bem, é uma questão de fairplay e tal...

Mas...
... mas eu, no quentinho da minha cama, ainda mais p'ra lá do que p'ra cá, ia pensando: viril????? Mas viril quer dizer que os rapazes deviam estar todos com vontade de se foderem uns aos outros!
Mas... mas nesse caso...

... bem... desisto de compreender os homens!





quinta-feira, julho 06, 2006

as dúvidas sobre a certeza das medidas


Ele colocou 10 dúvidas no comentário que deixou no post anterior, que tinha sido também um comentário a outro texto.
Não posso deixar passar esta dúvida sem que alguém esclareça este leitor que dá pelo nome de Lino Centelha.
A bem dizer não sei se ele dá pelo nome ou se o nome é que dá por ele, mas se algum esclerecimento puder ser aqui dado, será de grande utilidade.



Li este comentário no 'post' anterior e desde logo me ficaram várias dúvidas relativamente ao processo de equivalência.
Procurei na Wikipédia sem sucesso e por isso optei por deixar aqui a enorme dimensão do meu desconhecimento.
A minha perspectiva é, como sempre, meramente científica e por isso agradeço todas as achegas que me possam garantir o 'know how' necessário a um enquadramento epistemológico.
1. A mão que dobra o dedo é a mão de quem? Dele ou dela?
2. Eu que sou canhoto devo usar também a mão direita?
3. Quando tento dobrar o dedo médio os outros vêm atrás. Devo considerar isto uma necessidade de apoio?
4. Ao dobrar o dedo sem os outros mexerem, fica a apontar para o infinito. Não será um exagero?.
5. Depois disto deveremos nós, homens, passar a andar com luvas por uma questão de pudor?
6. Será um simples aperto de mão direita com mão direita uma atitude homossexual?
7. Esfregar as mãos uma na outra pode ser considerado onanismo?
8. É por isso que no futebol não se podem usar as mãos?
9. Quando, como Pilatos, dizemos que lavamos daí as nossas mãos, estamos a mostrar vontade de fazer sexo?
10. Um mãos-largas não é, então, boa companhia para uma mulher?

Tinha mais perguntas mas não quero abusar da hospitalidade.

quarta-feira, julho 05, 2006

as medidas certas


A Fatyly é que sabe: eis o que ela escreveu num comentário ao post anterior.


É assim: (já estou a ver a fazerem o teste:))
abrir a mão direita com os dedos esticados e unidos;
fechar a mão apenas com o dedo médio ou do meio (maior-de-todos ou pai-de-todos), sem que os restantes venham e sem ajuda da outra mão, nem de ninguém:):)
Aonde ele tocar com a ponta (não vale unhas compridas), marca-se o ponto.
De novo com a mão esticada, mede-se daí até à ponta do referido dedo.

A pergunta crucial que faziam e fazem: a dormir ou acordado?
como é óbvio acordado:):):):)

terça-feira, julho 04, 2006

proporções e outras verdades


Fui ao ginásio.
Não me parece haver melhor lugar para exercitar os olhitos em direcção aos gémeos, aos glúteos, eu sei lá… olhos em movimento orbital porque aquilo é um corrupio de exageros corporais, digo eu, que fiquei enjoada de tanta massa bruta.
À minha frente um rapazinho africano exercitava qualquer coisa, nem sei bem o quê porque se lhe fixava rosto os olhos intimidavam-me, a saírem, brancos imaculados, da pele escura. Um mimo! Mas se baixava os meus para evitar o embaraço logo dava com o volume dos calções ali mesmo acima do vasto interno, perto do grande adutor visto de frente.
Ai visto de frente. Visto de frente aquele outro dos bíceps a saírem pelas cavas, abaixo dos deltóides dobrados em tamanho, parecia um orangotango, com um pescoço trapaezoidal sobre o qual assentava uma cabecinha pequena e muito redonda, quase sem testa. Da cintura para cima era um troglodita; para baixo nem olhei, não fosse o indivíduo adivinhar-me os pensamentos.
Será mesmo como dizem? As proporções serão mesmo inversas?
Tenho de voltar lá amanhã!

quarta-feira, janeiro 25, 2006

A medida dos pés

Há dias em que uma mulher precisa mesmo de fechar os olhos e fingir que é noite.
Daquelas noites frias em que os pés precisam de aconchego, não havendo botija que chegue para elevar a temperatura porque o calorzinho de uma botija começa por ser forte mas rapidamente se perde, sem fonte que o sustente.
Vêm-me sempre à ideia os pés do Emanuel. Não é que me fiquem recordações dos pés dos meus companheiros de cama, que os terminais são coisas de importância, sim, mas não é preciso descer tão baixo.
Naquele caso não fui eu que desci. Aconteceu por acaso, embora a intenção me estivesse fisgada nos olhos, pelo menos para confirmar aquele “diz-se que”.
Uma relação proporcional de tamanhos entre os pés e outros termos de comparação, dizia o Emanuel ao grupo de mulheres que gostavam de o ouvir dizer larachas, ali à mesa do café, nos intervalos do trabalhito. Sempre o mesmo, este Emanuel, rodeado de mulherio e de chocalho na boca a fingir que impressionava.
Coitado… teve o azar de trazer o assunto à conversa e depois ficou sem saber como dizer que não quando o convidei para uma confirmação empírica. O outro também dizia ser o nariz mais usado para essas analogias, mas tinha um narizito pequeno e bem feito. Estava tão à vista a evidência que a cobiça não se impôs.
Bem, a verdade é que assim que o Emanuel se pôs a jeito o meu olhar subiu, a partir dos pés, devagarinho, ante a perspectiva fantástica de uma noite a fazer-se dia, já com a promessa, pensava eu, de um Inverno aconchegado. Um ou mais, que vale a pena reter a presa se a carne é saborosa.
Resultados?
Apenas a confirmação de uma matemática pouco desenvolvida naquela cabeça oca.
Por que será que os homens que mais falam são os menos interessantes?

segunda-feira, janeiro 23, 2006

A dúvida...


...terá sido do vinho?