
Se a vida é um malabarismo?
Decerto que sim.
Mas isso de filosofar sobre a puta da vida é tão entediante que não vou agora pôr-me aqui a dizer coisas e mais coisas que toda a gente sabe.
Prefiro contar como foram estes dias passados com o malabarista – uma divertida maneira de passar o tempo. Ele falava naquilo da integração corpo-mente e não me parece que tenhamos ficado muito aquém. Desde eventos para empresas a festinhas familiares fizemos de tudo. Serviu-se sempre das diversas partes do corpo, principalmente das mãos, mas também dos pés, dos braços e da cabeça. Querem coisa mais completa?
Do contacto próximo com a arte concluí que não se deve ter medo de tentar; e se não funcionar da primeira vez, não se desiste e tenta-sede novo e de novo. É este o conselho que posso dar-vos.
Decerto que sim.
Mas isso de filosofar sobre a puta da vida é tão entediante que não vou agora pôr-me aqui a dizer coisas e mais coisas que toda a gente sabe.
Prefiro contar como foram estes dias passados com o malabarista – uma divertida maneira de passar o tempo. Ele falava naquilo da integração corpo-mente e não me parece que tenhamos ficado muito aquém. Desde eventos para empresas a festinhas familiares fizemos de tudo. Serviu-se sempre das diversas partes do corpo, principalmente das mãos, mas também dos pés, dos braços e da cabeça. Querem coisa mais completa?
Do contacto próximo com a arte concluí que não se deve ter medo de tentar; e se não funcionar da primeira vez, não se desiste e tenta-sede novo e de novo. É este o conselho que posso dar-vos.

Como foi?
Foi bom porque meteu muita destreza, muita devoção e sobretudo muitas bolas. Todas manobradas com exímia perfeição e um cuidado extremo.
Se gostei?
Digamos que sim, mas confesso que já andava um pouco enfastiada. Vou agora à procura de formas mais anatómicas!




